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Bianca MulazaniBianca Rocha Mulazani Correa · Psicóloga · CRP-08/49478
Autoestima · terapia online

Terapia para autoestima

Você faz, entrega, recebe elogio, e mesmo assim a voz na cabeça diz que não foi bom o bastante. Que qualquer hora vão perceber que você não é tudo isso.

Conversar pelo WhatsAppAgendar conversa inicial (15 min)

Respondo no mesmo dia · segunda a sexta, até as 19h

Baixa autoestima não é frescura nem falta de confiança que se resolve com frase motivacional. É um jeito de se enxergar, construído ao longo da vida, que faz a pessoa se julgar com uma régua muito mais dura do que usa com os outros. A terapia para autoestima com TCC trabalha exatamente essa régua: as crenças sobre si mesmo e os hábitos que mantêm essas crenças de pé.

Como a baixa autoestima aparece no dia a dia

Nem sempre ela aparece como “não gosto de mim”. Muitas vezes aparece assim:

  • “Nada do que eu faço é suficiente.”
  • “Se eu errar, vão ver quem eu sou de verdade.”
  • “Todo mundo tá mais adiantado que eu.”
  • “Não consigo dizer não. Depois fico com raiva de mim.”
  • “Recebo elogio e acho que a pessoa tá sendo educada.”
  • “Revisei isso dez vezes e ainda acho que tá ruim.”

Por trás, tem quase sempre uma voz interna crítica que não descansa. Ela compara, cobra, antecipa o erro e minimiza o acerto.

Autocrítica, perfeccionismo e síndrome do impostor

Esses três andam juntos.

A autocrítica pesada transforma qualquer falha em prova de que você não presta. O perfeccionismo tenta se proteger disso: se tudo sair impecável, ninguém vai criticar. Só que o impecável não existe, e a conta nunca fecha.

A síndrome do impostor é o outro lado da moeda. A pessoa entrega, é reconhecida, e mesmo assim sente que enganou todo mundo. O sucesso vira “sorte”, e o medo de ser descoberto aumenta a cada conquista.

O resultado é cansaço, procrastinação (porque começar é arriscar errar), dificuldade de colocar limites e uma ansiedade de fundo que não desliga. Se a ansiedade pesa muito, veja também terapia para ansiedade com TCC.

Como a TCC trabalha a autoestima

A TCC tem um modelo específico para baixa autoestima, e revisões de estudos com esse modelo mostram melhora não só da autoestima, mas também de ansiedade e depressão. Na prática, o trabalho passa por:

  • Identificar as crenças sobre si: frases que a pessoa carrega como verdade (“sou insuficiente”, “só tenho valor se agradar”) e entender de onde vieram.
  • Reestruturação cognitiva: olhar para esses pensamentos com calma, comparando com os fatos, e montar uma leitura mais justa, não uma leitura “positiva” forçada.
  • Experimentos comportamentais: colocar a crença à prova na vida real. Entregar algo sem revisar a décima vez. Dar uma opinião na reunião. Ver o que acontece de fato.
  • Autocompaixão como habilidade: aprender a falar consigo do jeito que você falaria com alguém de quem gosta. Não é passar a mão na cabeça. É trocar o ataque por uma avaliação que ajuda a seguir.
  • Assertividade: treinar dizer não, pedir o que precisa e discordar sem pedir desculpas por existir.

O objetivo não é “se amar” da noite pro dia. É parar de se tratar como inimigo e conseguir agir mesmo quando a voz crítica aparece.

Se quiser conversar sobre o seu caso antes de decidir, Conversar pelo WhatsApp.

Quando a autoestima puxa outras coisas

Baixa autoestima raramente vem sozinha. É comum aparecer junto com desânimo e sensação de vazio, que merecem atenção própria. Veja terapia para depressão.

Também costuma pesar nas relações: medo de rejeição, se anular para agradar, ficar em situações que fazem mal. Tudo isso entra no mesmo processo de terapia.

Quer entender melhor como funciona a abordagem? Veja como é a terapia cognitivo-comportamental.

Como é a terapia para autoestima comigo

Sou Bianca Rocha Mulazani Correa, psicóloga (CRP-08/49478), curitibana, e trabalho com TCC.

  • Online, pelo Google Meet, com criptografia. As sessões não são gravadas. Veja como funciona a terapia online.
  • Sessões de 50 minutos, semanais, para adolescentes a partir de 12 anos e adultos.
  • Atendo pessoas de Curitiba, de todo o Brasil e brasileiros que moram fora do país.
  • Antes de começar, uma conversa inicial de 15 minutos para tirar dúvidas e ver se o online é adequado para você.
  • O atendimento é particular, e não sou credenciada a convênios. Emito recibo para você pedir reembolso ao seu plano, conforme o contrato. Veja o passo a passo do reembolso pelo plano de saúde.

A voz crítica não precisa ter a última palavra. Ela se entende, se trabalha, e dá pra viver muito melhor.

Perguntas frequentes

Terapia ajuda na baixa autoestima?+

Ajuda. A TCC tem um modelo próprio para baixa autoestima, que trabalha as crenças sobre si mesmo e os comportamentos que mantêm essas crenças de pé. Estudos com esse modelo mostram melhora da autoestima e também de sintomas de ansiedade e depressão que costumam vir junto.

O que é síndrome do impostor?+

É a sensação de ser uma fraude: achar que o próprio sucesso veio de sorte ou de engano, e viver com medo de ser descoberto. Não é um diagnóstico oficial, é um padrão de pensamento. Aparece muito em quem é competente e exigente consigo mesmo.

Autocrítica não é boa para melhorar?+

Avaliar o que deu errado é útil. O problema é quando a crítica vira ataque ('sou incapaz', 'nunca faço nada direito') e não aponta o que mudar. Esse tipo de autocrítica costuma paralisar, aumentar a ansiedade e a procrastinação, em vez de melhorar o desempenho.

Quanto tempo leva para melhorar a autoestima?+

Não existe um número fixo de sessões. Depende de há quanto tempo essas crenças estão aí, do que mais está acontecendo na sua vida e dos objetivos combinados. O andamento é revisto junto, de tempos em tempos.

Terapia online funciona para autoestima?+

Para muita gente, sim. A TCC é estruturada e funciona bem por vídeo, com tarefas práticas entre as sessões. Na conversa inicial dá pra ver se o formato é adequado para você.

Conteúdo informativo, que não substitui avaliação psicológica. Em risco imediato, ligue 188 (CVV) ou 192 (SAMU). Onde buscar ajuda.

Referências

  1. Kolubinski DC, Frings D, Nikčević AV, Lawrence JA, Spada MM. A systematic review and meta-analysis of CBT interventions based on the Fennell model of low self-esteem. Psychiatry Research, 267, 296-305. 2018. https://doi.org/10.1016/j.psychres.2018.06.025
  2. Bravata DM, Watts SA, Keefer AL et al. Prevalence, predictors, and treatment of impostor syndrome: a systematic review. Journal of General Internal Medicine, 35(4), 1252-1275. 2020. https://doi.org/10.1007/s11606-019-05364-1

Última atualização: 28 de setembro de 2026.

O primeiro passo é uma conversa de 15 minutos.

Respondo no mesmo dia, de segunda a sexta. Não é serviço de emergência: 188 (CVV) · 192 (SAMU).