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Bianca MulazaniBianca Rocha Mulazani Correa · Psicóloga · CRP-08/49478
Relacionamentos · terapia online

Relacionamentos e dependência emocional

Você sabe que a relação não tá fazendo bem, mas só de pensar em terminar vem um desespero. Ou troca de pessoa e, no fim, a história parece sempre a mesma.

Conversar pelo WhatsAppAgendar conversa inicial (15 min)

Respondo no mesmo dia · segunda a sexta, até as 19h

Dependência emocional é quando a relação vira o centro de tudo: o humor, a autoestima e as decisões passam a depender do outro, e a ideia de perder essa pessoa parece insuportável. A terapia para relacionamento que eu faço é individual, com TCC, e trabalha o que acontece dentro de você nessas relações: os pensamentos, os medos e os comportamentos que fazem o mesmo padrão se repetir.

Como a dependência emocional aparece no dia a dia

Ela raramente se apresenta com esse nome. Aparece mais assim:

  • “Tenho pavor de que me deixem. Qualquer silêncio já me desespera.”
  • “Faço tudo pelo outro e me esqueço de mim.”
  • “Sei que devia terminar, mas não consigo.”
  • “Mudo quem eu sou pra não perder a pessoa.”
  • “Fico checando mensagem, visto por último, rede social.”
  • “Troco de relação e a história se repete.”

O medo de ser abandonada ou abandonado costuma estar no centro. Para não sentir esse medo, a pessoa se anula, evita conflito, aceita o que não aceitaria e vive em alerta.

Ciúme, controle e medo de perder

Ciúme em algum grau é humano. O problema é quando ele toma conta: a cabeça não para de imaginar cenários, o estômago aperta e a pessoa precisa checar, perguntar, confirmar.

A confirmação alivia por alguns minutos. Depois o medo volta, maior. É o mesmo ciclo da ansiedade, e ele se trabalha do mesmo jeito. Veja terapia para ansiedade com TCC.

Como a TCC trabalha as relações

Na terapia, o foco não é descobrir quem tá certo na relação. É entender o seu lado do padrão e ganhar mais escolha. O trabalho passa por:

  • Pensamentos e crenças sobre relações: frases como “se eu não agradar, vão me trocar”, “sem essa pessoa eu não dou conta” ou “amor é aguentar tudo”. Identificar essas crenças e olhar para elas com calma, comparando com os fatos.
  • Regulação das emoções: reconhecer a onda de medo ou raiva antes de agir por impulso. Aprender a esperar, respirar e decidir o que fazer, em vez de reagir.
  • Limites: perceber o que você aceita e o que não aceita, e sustentar isso sem culpa paralisante.
  • Comunicação assertiva: dizer o que sente e o que precisa, de forma clara, sem atacar e sem se calar.
  • Autoestima: muito da dependência vem de achar que o próprio valor depende de ser escolhido. Veja também terapia para autoestima.

Não existe atalho para “desapegar”. Existe um trabalho concreto, sessão a sessão, para que a relação volte a ser uma parte da vida, e não a vida inteira.

Se quiser conversar sobre o seu caso antes de decidir, Conversar pelo WhatsApp.

Terminar, ficar, ou nem saber

Muita gente chega sem saber se quer terminar ou continuar. Tudo bem. A terapia não decide por você. Ajuda a enxergar a situação com mais clareza, a separar o medo do que você realmente quer e a sustentar a escolha depois.

Depois de um término, é comum vir tristeza funda, falta de vontade e isolamento. Se isso durar semanas e pesar na rotina, veja terapia para depressão.

Se houver violência

Controle excessivo, humilhação, isolamento dos amigos e da família, ameaças e agressão física são violência. Não é culpa de quem sofre, e não é “exagero”.

Em caso de violência contra a mulher, ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher, 24 horas), que orienta e recebe denúncias. Em risco imediato, ligue 190 (Polícia Militar). Na terapia, esse tema é tratado com prioridade para a sua segurança.

Como é a terapia para relacionamentos comigo

Sou Bianca Rocha Mulazani Correa, psicóloga (CRP-08/49478), curitibana, e trabalho com TCC.

  • Atendimento individual. Não atendo casais.
  • Online, pelo Google Meet, com criptografia. As sessões não são gravadas. Veja como funciona a terapia online.
  • Sessões de 50 minutos, semanais, para adolescentes a partir de 12 anos e adultos.
  • Atendo pessoas de Curitiba, de todo o Brasil e brasileiros que moram fora do país.
  • Antes de começar, uma conversa inicial de 15 minutos para tirar dúvidas e ver se o online é adequado para você.
  • O atendimento é particular, e não sou credenciada a convênios. Emito recibo para você pedir reembolso ao seu plano, conforme o contrato. Veja o passo a passo do reembolso pelo plano de saúde.

Padrão que se repete não é destino. Ele se entende, se trabalha, e dá pra se relacionar de um jeito muito melhor.

Perguntas frequentes

Você faz terapia de casal?+

Não. Não atendo casais. O atendimento é individual: você vem sozinho ou sozinha, e o trabalho é sobre o seu jeito de se relacionar, seus pensamentos, emoções e escolhas. Se o objetivo for terapia de casal, vale procurar um profissional que atenda nesse formato.

Dependência emocional tem tratamento?+

Dependência emocional não é um diagnóstico oficial, é um nome para um padrão de relação. E padrão se trabalha. Na terapia, a pessoa entende o que sustenta esse padrão e treina, na prática, outras formas de se relacionar.

Ciúme excessivo se trata na terapia?+

Sim. Na TCC, o ciúme é olhado a partir dos pensamentos que o disparam ('se não respondeu, é porque tem outra pessoa'), das emoções e do que a pessoa faz depois, como checar o celular ou pedir confirmação o tempo todo. Trabalhar esse ciclo diminui o sofrimento dos dois lados.

Preciso estar num relacionamento para fazer essa terapia?+

Não. Muita gente procura depois de um término, entre relações ou justamente para não repetir o mesmo padrão na próxima. O foco é você, não a relação atual.

E se a relação envolver violência?+

Violência não é culpa de quem sofre. Na terapia, esse tema é tratado com cuidado e com foco em segurança. Em caso de violência contra a mulher, o Ligue 180 orienta e recebe denúncias, 24 horas. Em risco imediato, ligue 190.

Conteúdo informativo, que não substitui avaliação psicológica. Em risco imediato, ligue 188 (CVV) ou 192 (SAMU). Onde buscar ajuda.

Referências

  1. Ministério das Mulheres. Ligue 180 - Central de Atendimento à Mulher. https://www.gov.br/mulheres/pt-br/ligue180
  2. Organização Mundial da Saúde (OMS). Violence against women (fact sheet). 2026. https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/violence-against-women

Última atualização: 28 de setembro de 2026.

O primeiro passo é uma conversa de 15 minutos.

Respondo no mesmo dia, de segunda a sexta. Não é serviço de emergência: 188 (CVV) · 192 (SAMU).